Calculadora de cardio

Calculadora do teste de marcha de Rockport

Estima o VO₂ máx. a partir de uma milha a andar — indica o peso, a idade, o sexo, o tempo da marcha e a frequência cardíaca com que acabaste. Gratuita, imediata e sem registo.

VO₂ MÁX. ESTIMADO
40,8ml/kg/min
15:00 na milha · 6,4 km/h
METs
11,7
Velocidade de marcha
4 mph
Tempo de marcha
15:00
Frequência cardíaca final
130 bpm

Andar já é uma base a sério para construir — o treinador transforma-a numa progressão.

O que é o teste de marcha de Rockport?

O teste de Rockport — também conhecido por teste da milha a andar — pede-te que percorras exatamente uma milha a andar, o mais depressa que consigas com conforto, e que registes depois o tempo e a frequência cardíaca com que acabaste. Como nunca obriga a correr, serve para quem não pode fazer em segurança um teste máximo de corrida: pessoas mais velhas, principiantes e quem esteja a regressar de uma lesão.

Como funciona esta calculadora

Usamos a equação de Kline et al. (1987): VO₂ máx. = 132,853 − 0,0769 × peso em libras − 0,3877 × idade + 6,315 × sexo − 3,2649 × tempo de marcha em minutos − 0,1565 × frequência cardíaca, contando o sexo como 1 para homens e 0 para mulheres. O peso introduzido em quilogramas é convertido antes de a equação correr, e um tempo de 15 minutos e 30 segundos entra internamente como 15,5 minutos.

Fazer o teste como deve ser

Usa uma milha medida e plana — uma pista de 400 m dá quatro voltas mais cerca de 9 m. Aquece e depois percorre a milha inteira a passo constante e vivo, sem passar à corrida. Mede a pulsação assim que cruzares a meta, de preferência com uma banda peitoral ou um relógio em vez de a contares à mão, porque uma frequência cardíaca que vai descendo enquanto te atrapalhas inflaciona o resultado.

Qual é o rigor deste teste?

A equação foi validada em adultos dos 30 aos 69 anos, mais ou menos, e tem um erro-padrão à volta de 5 ml/kg/min. Tende a sobrestimar em pessoas muito bem treinadas, que simplesmente não conseguem forçar uma marcha ao ponto de chegar a uma frequência cardíaca útil — essas ficam melhor servidas com um teste a correr. Trata o número como uma referência para voltares a testar, e não como uma medição de laboratório.